sexta-feira, 12 de junho de 2009

Taking Off


Este Blog estará de férias até Agosto, começarei no fim do mês a travessia do Atlantico, (se descobrir o que tem no triangulo das Bermudas mando um e mail psicografado do além - atenção qdo o pé começar a puxar a noite com barulho de Skype) Nunca entrei num Internet Café mas se o fizer este Blog será o primeiro a saber. Foram 9 anos na terra do queijo furado que agora entram para os dominios oniricos, para o reino de Morfeu. O futuro é uma incógnita por mais planos que se faça. Frio na barriga? claro, mas ainda é melhor que frio no pé.

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Torcendo pelo bandido


Um casal neozelandês fugiu do

país após descobrir mais de

NZ$ 10 milhões (o equivalente a

cerca de R$ 12 milhões) na conta

bancária, depositados por engano.


Acredita-se que Huan Di Zhang e Hui Gao receberam a quantia após ter pedido ao banco Westpak um depósito de NZ$ 10 mil (o equivalente a cerca de R$ 12 mil), segundo o jornal New Zealand Herald, e receberam mil vezes o valor.

Segundo informações do canal televisivo neozelandês One News, acredita-se que o casal fugiu para a Coreia ou para a China com o equivalente a cerca de RS$ 7 milhões.

O diário diz que a dupla, que gerenciava um posto de gasolina na cidade de Rotorua, no norte da Nova Zelândia, saiu do país imediatamente após descobrir a existência do dinheiro disponível na conta.

A polícia neozelandesa e a Interpol estão em busca dos neozelandeses, que agora são considerados fugitivos por terem saído do país com milhões de dólares do banco.

Segundo o jornal local de Rotorua The Daily Post, a ombusman do banco, Liz Brown, disse que tecnicamente o casal cometeu um crime, pois "estão usando dinheiro que não é deles que, acidentalmente, parou na conta deles".

De acordo com o New Zealand Herald, o posto de serviço do casal fechou de um dia para o outro, e apareceu um comunicado na porta.

Um representante do banco disse que um erro humano foi responsável pela confusão e que o banco está averiguando seus procedimentos.

A polícia disse à mídia local que as investigações estão em andamento, e que eles tentam descobrir se o que houve foi roubo ou fraude.

O banco já recuperou uma parte do dinheiro sumido, mas não forneceu mais detalhes sobre o caso.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Efemérides (real e atual)

De mudança, percebi que tinha mais quadro em casa que movel ou qquer outra coisa. Tirei-os da parede e os coloquei apoiados de costas um sobre os outros, a maneira das galerias. Fazendo as contas, vi que seria necessario muita grana pra transportar as obras. Resolvi fazer como os ladrões de quadros. Peguei o estilete e comecei a cortar fora as telas. Quando terminei, havia uma quantidade enorme de chassis de madeira e eu precisava me livrar daquilo para entregar o apartamento.

Plim! Ideia brilhante, apesar de ser verão, eu bem que poderia colocar as madeiras na lareira e fazer um assado de chassis velho. Mãos a obra, desmontei os chassis, e serrei as madeiras maiores de maneira que coubessem na lareira. Peguei uns papeis velhos que precisavam tambem sumir, joguei um pouco de alcool e voila! Fogo!

Fogo!, puxa como é quente, que poder hipnotico tem sobre nos, deve ser atávico, do tempo que eramos seres das cavernas. E fiquei ali viajando em minhas disposições quando derrepente ouvi um crec!! Putaqueparil, a parede em cima da lareira rachou! Acho que a quantidade de madeira era muito grande e superaqueceu a estrutura interna. Um racho que desce la do teto até o aparador. Bom, eu tenho que entregar o apartamento, então, amanhã cedo, sábado, vou comprar massa e tinta e ver se consigo fazer o grande milagre da maçonaria, consertar o resultado de minha idéia brilhante... Ah, vovô sempre dizia, a pressa passa a merda fica.

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Caiporas do mundo: Uni-vos


Recebi um mail perguntando: Você quer ser feliz ou ter razão? Puxa, eu quero ser feliz, embora não acredite muito que isso seja possivel uma vez que este estado de espírito não seja indelével. Parece bastar para a felicidade (nestes casos), calar-se e não insistir numa batalha por ter razão. De fato, querer provar seu ponto parece bem ser o caminho para a infelicidade. Convenhamos entretanto que tem osso que é difícil de roer e muitas vezes parecem entravar nossa razão e engatilhar um protesto, mas opto por me calar novamente porque não quero ser infeliz, não por motivo tão ínfimo como estar certo.


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